sábado, 23 de fevereiro de 2008

Fragmento #03





(...)Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto
De quem dorme irrequieto, metade a sonhar.

Fecharam-me todas as portas abstratas e necessárias.
Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver na rua.
Não há na travessa achada o número da porta que me deram.(...)

Fernando Pessoa em Lisbon Revisited (1926)



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