quarta-feira, 22 de novembro de 2006

O Último Carinho



Ninguém jamais mexeu no meu cabelo como ele.
E agora a pouco, enquanto eu jogava mahjong e sentia a suavidade dos carinhos que eu recebia, pensamentos de morte me vieram à mente. E pedi para ele, com lágrimas nos olhos, lágrimas que ele não viu, que se eu morrer antes dele, antes de fecharem meu caixão, gostaria que de receber o mesmo carinho deste momento, para que esta fosse a última lembrança da vida, a sensação que eu levaria para sempre comigo...


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